Regulação emocional é a capacidade de gerenciar suas emoções de forma saudável — sem suprimi-las nem ser dominado por elas. É uma habilidade que pode ser aprendida e desenvolvida em qualquer idade.
Regulação emocional é o conjunto de processos pelos quais as pessoas influenciam quais emoções têm, quando as têm e como as experienciam e expressam. É fundamentalmente diferente de não sentir — emoções saudáveis são sentidas, processadas e comunicadas de forma adaptativa.
A pesquisadora James Gross identificou um modelo de processo emocional: as emoções surgem de avaliações de situações. Podemos regular em diferentes pontos: na seleção da situação, na sua modificação, no foco da atenção, na reavaliação cognitiva ou na modulação da resposta.
Explosões de raiva, choro intenso sem controle, pânico, dissociação ou paralisia emocional são sinais de que os sistemas de regulação foram sobrecarregados. Comum após trauma, em transtornos de personalidade e em períodos de estresse extremo.
O oposto da explosão: "congelar" emocionalmente, não sentir nada, estar desconectado do próprio corpo. Parece controle mas é evitação — e tem custo alto para a saúde.
A DBT (Marsha Linehan) tem um módulo específico de regulação emocional com habilidades práticas: identificar emoções, reduzir vulnerabilidade (PLEASE — sono, nutrição, exercício), aumentar emoções positivas e agir com efetividade apesar das emoções.
Identificar como avaliações automáticas amplificam emoções (catastrofização, personalização) e desenvolver avaliações mais precisas e adaptativas.
Em vez de controlar ou eliminar emoções difíceis, ACT ensina a aceitá-las como parte da experiência humana, sem fusão cognitiva (tomar os pensamentos sobre a emoção como fatos absolutos).
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